Boteco é uma coisa curiosa. Raramente chama boteco. Tem os bons, os ruins, com cozinha, com cozinha boa, com cozinha ruim. Com barman, com uma tia te alcançando a garrafa de cerveja. Com mesa e cadeira de designer, com conjunto de lata propagandeando a cerveja que não existe mais.
Com cara ruim de voz e violão. Com banheiro sujo. Com banheiro top. Com músico foda e repertório quase escolhido por mim.
Mas teve um na minha vida que foi palco, balada, janta, café da manhã, estresse, paixão, dor, confidência. Ele não se foi. Tá lá onde sempre esteve. Mas mudou, acabou. Como tudo um dia tem que findar.
Não tem mais o mesmo som, nem a parede é mais a mesma, se é que alguém reparou.
Um momento que passou. Essa foi a despedida do Madalena. Que chama Madalena BOTECO pra não deixar eu mentir sozinha.
Um monte de gente PRECISAVA estar nessa foto. Mas o registro do dia foi esse com a Claudia e a Katita.




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