Janeiro, mês que não acaba nunca, acabou. Eu tentei me recuperar das orgias gastronômicas de dezembro bebendo menos álcool, comendo menos doces, fazendo mais pilates. Não foi suficiente, mas continuar tentando não ofende ninguém. Vamos a fevereiro e ver o que ele reserva. Volta ao balezinho, uma súplica por menos calor pra ver se dá pra caminhar na praia, cabelo mais curto, olhar melhor desenhado. Ácidos diversos e saladinhas. Um Tortinho de vez em quando pra botar tudo a perder. Porque a vida só precisa ser bela, boa e justa.
Braço de polenteira!
Barriga de cerveja!




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