De volta a Buenos Aires. Faz tempo que eu tenho que terminar de contar minhas férias de 2010. O segundo dia começou com almoço no Bairro Chinês. Era um sábado, tinha muita gente na rua.
E a comida tava ótima. O Martin nunca aparece já que tá sempre fotografando a gente, profissionalmente, é claro. Então, Romina, Karla, eu e Ivan.
Depois, andar e andar pela feira de San Telmo. Mas parecia uma Praça 15 na época em os hippies podiam ficar lá. Já o Mercado tinha coisas antigas e quinquilharias em geral. Coisa que eu adoro!
A Doutora Andréa Zanella sempre trazia uma tirinha da Mafalda pra gente discutir na aula de Psicologia Geral... Preciso retomar a Mafalda. De repente, ela sabe das coisas. E quando vi, sentada num banquinho, lembrei logo do Sanduíche da Mafalda. Quem foi criança na década de 1980 em Floripa deve lembrar desse lugar no Centro. Parece que ainda sinto o gosto do sanduíche de atum com guaraná.
Aqui, eu, Ivan, Karla, Romi e Clara.
Plaza Mayo. Olha, o mapa me diz que nunca andei tanto na vida! Por isso que, depois de tanta massa, vinho, pão, voltei "magrinha" do mesmo jeito que fui. E o Martin anda rápido com a Romina a tiracolo e nós reclamando lááááá atrás. Uma hora de aeróbico por dia...
E como a gente tinha andado de San Telmo até a Plaza Mayo com o Martin contando das mães batendo as panelas (e dessa vez ele tava falando sério...), precisamos de um jantar especial.
O Martin, amigo do Martin, mora numa casa linda! A casa que eu queria morar. Antiga, pé direito altíssimo, uma varanda interna. Tudo lindo!
Só isso já tava de bom tamanho, beberia vinho com pão lá. Mas tinha uma massa que o Martin cozinhou que eu queria mais...
Essa noite foi terrible!!! Um vento e uma chuva varrendo Buenos Aires. Não dava pra fazer mais nada depois da meia-noite. Era Santa Rosa que ameaçava baixar naquele instante, um pouco mais cedo do que de costume, já que o dia dela é no final de agosto.
O táxi deixou a gente em Chacarita supostamente em segurança... Mas o amor tem dessas coisas e Romi, mi corazoncito, resolveu ir embora!!! Martin explicava que era impossível com a Santa Rosa baixando e la noche terrible. Karla e eu bebíamos um chá relembrando amantes latinos e mi corazoncito cedia à razão. Teve aquecedor nessa noite porque o frio era de poucos graus...


Um comentário:
tambem sou amiguinha da mafalda, a da tirinha da adolescencia e do guarana na infancia!
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