mas chega de culpa católica.
nesse 2012, eu tive uns aprendizados a respeito dos mecanismos da culpa. repressões nunca foram a minha praia. sou tão dada e faladeira e afobada. mas a culpa sempre me consumiu. de não ser tudo o que devia ou poderia ser. de chegar em segundo. de desistir da partida. e, num mundo de plástico, meio falso, meio fraude, eu era tuuudo e mais um pouco, chegava antes de todo mundo e ficava com o número 1, ia até o final mesmo que o fim fosse a morte. ou a loucura.
e morri.
e enlouqueci.
e quis mais.
e não tive forças.
e aí, me olhei no espelho.
e bebi muitas cervejas e fumei muitos cigarros e gozei, como zé ramalho, sem me sujar por pouco no chão de giz.
(esse é o joão maria juntinho com o nando da katita, sábado sim, sábado não, com o pretinho berin cantando minha vida... nesse dia, claudio mauriz no cajón.)


Um comentário:
Oiiii minha AMIGA!!! Que saudade... Tu sempre escreveu bem né??? Esse texto parece mais uma crônica... Aliás, tu, a Dani, a Tharci, sempre foram meio auto-didatas em tudo... Te admiro muito e guardo nossa amizade para sempre no coração!!! Beijãooo e fica com DEUS!!!
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