Minhas loucuras passadas

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Falo muito, sou pequena. Reclamo horrores e sou briguenta. Pinto o cabelo de tempos em tempos. Me visto de acordo com meu humor, sou gulosa demais. Gosto de ser casal e ser amiga. Adoro escrever de tudo, cartas e histórias. Amo as artes todas, inclusive aquelas que não consigo fazer. Sou a favor das diferenças, sempre. Olhos castanhos, unhas pequenas. Tímida demais pro meu gosto.

domingo, 29 de julho de 2012

.12!!!!

nesse sábado de frio gelado, me armo da minha bolsinha como diria uma amiga e parto pra praia grande. e muitos perguntam: que faria uma pessoa sair de casa nessas condições, pegar o 931 e fazer uma viagem até praia grande?
cumprir um agendamento. 
tem uma coisa esquisita que eu gosto e poucas outras pessoas eu escuto falar que gostam de fazer: atirar. dei  poucos tiros na vida, talvez nem 100. alguns de .38, outros de 380, e uns poucos de .12... a sensação de atirar é única. não tem muita coisa que acho parecida. 
eu nem me envolvo na questão do armamento/desarmamento. dar tiros pra mim tem a ver com uma superação pessoal. primeiro do medo do coice. na primeira vez, a gente não sabe exatamente como vai ser... até que é! sai tudo meio torto, meio estranho, e o coração fica disparado. depois, tem uma coisa de domínio da arma, fazer com ela seja uma extensão de você, sem esforço, naturalmente. e, por fim, tem uma coisa de acertar o alvo, perseguir aquele X. 
as armas são pesadas e grandes pra uma mão pequena como a minha. o coice é forte pra ser seguro com meu corpo que, se não é magro, é pequeno. só o braço de polenteira é vantagem. ali, sim, eu tenho alguma força. mas é difícil. mas é bom.
acertar o alvo é bom, segurar a arma com segurança é bom, experimentar aquele rush depois do tiro é muito bom.
quero mais e de novo...

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