Minhas loucuras passadas

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Falo muito, sou pequena. Reclamo horrores e sou briguenta. Pinto o cabelo de tempos em tempos. Me visto de acordo com meu humor, sou gulosa demais. Gosto de ser casal e ser amiga. Adoro escrever de tudo, cartas e histórias. Amo as artes todas, inclusive aquelas que não consigo fazer. Sou a favor das diferenças, sempre. Olhos castanhos, unhas pequenas. Tímida demais pro meu gosto.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

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revirar os papéis tem um coisa assim de reviver sentimentos. mais uma anotação certeira pro tempo em que se fez. eu não consigo me lembrar quem lançou essa ideia, mas sei que foi em algum Café Filosófico, em 2009 ou 10. e vem certeira mais uma vez, acompanhando um dia chuvoso, de reflexões e preguiças: "A experiência da solidão é o que define homem como algo que transcende o ontem, o hoje e o amanhã. e é o que diz do que é maravilhoso e belo." será que fui eu que escrevi isso refletindo sobre a discussão que tava rolando? nunca mais vou saber! mas é ótimo que não, assim eu posso ter de volta o momento sem que ele seja o mesmo. a descoberta de minutos atrás se torna então o novo velho.

3 comentários:

Unknown disse...

Profundo e sincero. Apenas quando se aceita a condição de ser solitário é que se pode viver bem acompahado (nem que seja consigo mesmo).
Fulano foi embora. E daí, continuo comigo.

Andréa Kowalski disse...

nelson! saudade de você! tenho férias em agosto, quem sabe nos vemos?

Ler e Amar disse...

A solidão talvez faça com a gente se conheça mais, se analise mais... Mas eu acho que só conseguimos isso quando sabemos que a solidão é passageira, senão a ansiedade acaba dificultando o processo de descoberta...
Escrevendo a gente também se conhece e isso foi tu quem falou... Conhecer-se produzindo também é bom né??? Beijoooo flor