Sim, já faz 5 meses que eu comepletei 31 anos nessa vida louca e, de fato, foi o pior aniversário da minha vida. Eu estava muito surtada nessa época. Mal mesmo. Mas não caí do salto, até porque a Chimeny não deixou.

Aí, eu passei um batom vermelho escuro, alisei os cabelos e fui num show da Izzy Gordon. Foi muita coincidência ter um show dela bem no dia do meu aniversário. Eu sempre gostei da Izzy, desde a primeira vez que a vi cantar "Woman in Chains", no Moby aqui em Santos (aliás, nada a ver o lugar com o estilo dela). Vi o show sozinha, derramei uma lágrima com "Gerogia on my mind" e segui pra encontrar as únicas pessoas que poderia: a família Alonso, mais Valdir e companhia. Foram as únicas pessoas que conseguiram passar aquelas horas comigo. Porque, gente, eu não tava feliz! Só amigo de verdade pra aguentar uma aniversariante depressiva.
Mas passou... E é bom deixar aqui pra eu me lembrar que só faz cinco meses, que eu andei bastante, que o caminho valeu a pena, que cheguei mais bonita, que meu sorriso é mais largo.
A questão é que eu não queria largar os 30 anos de jeito nenhum. Largar os 30 seria também deixar o Fernando, o casamento, minha família Petrilli. Seria também, nas palavras da Kátia, re-significar minha vinda e vida santista. E isso ia (está) me dar um trabalhão. E eu tava tão molinha, fraquinha, magrinha até. Só queria ficar descansado. Mas os 31 chegaram e eu tinha que fazer mercado, conta, compras. E fui fazer tudo isso.
Não sem antes comer o bolo da Chimeny, que tava realmente muito bom. 



Um comentário:
eu tava representada na blusa! :)
Postar um comentário