Intervalo do Santos Jazz Festival. Madalena vem em meu socorro pra comer um x-salada. Observo o Boteco com poucas pessoas. Muito diferente de outros tempos na minha vida. Relembro meus passos no paralelepípedo e me impressiono mais uma vez com as voltas que a vida dá. Termino com as fritas do prato e sigo com a minha cerveja pelas ruas do centro porque a história já não é mais aqui. Sigo só. Mas cheia daquela coisa que me arrebata de tempos em tempos, que mal se adivinha, e que não tem nome...



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