Depois de passar um mês de abril quase esquizofrênico, eu retomei minha personalidade de gerenciadora de processos e procedimentos e planejei com detalhes uma viagem de retorno. Retorno um tanto sofrido pra uns, passagem nova pra outrA...
Dia de sol e algum friozinho, na tradicional pracinha do interior, centro da cidade. Já não me lembro muito bem o que era o prédio do fundo, mas é marco de algo importante.
No Largo do Carmo, lembrou o centro de Floripa e bateu uma saudade de outra vida.
A Casa de Cultura, será que era esse mesmo o nome? Um museu pequeninho e interessante na frente, um palco do jeitinho do antigo Teatro da UFSC no meio e um jardim de inverno nos fundos lembrando a Cadeia Velha aqui de Santos.
Tempo frio e corte com escova mogiano, qualquer cabelo fica feliz!
Pretinho Berin em tempo de engorda, toda bananinha do mundo!
Pretinho e Brahma, cria da Claudia Pondeleck!
Chef Rogerio Moraes e um molho qualquer em jantar de aniversário pro pai da Claudia.
Lugar agradável e gente que gosta de gente.
Porque o samba é de família, todo mundo é batuqueiro, Rô e Alê, irmãos fazendo samba até mais tarde...
E essa é Mogi, pela qual eu passava displicente a caminho de São José dos Campos ou Rio de Janeiro e jamais suspeitaria que seria pouso pra mim...

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