Eu, com a cor do verão, dou adeus a ele.
Quase em maio e pela primeira vez no ano, boto uma fé que a brisa que vem da minha janela de décimo quinto andar é duradoura.
Adeus aos cabelos de Bethânia, às marcas de alças de vestidos que tais, à maquiagem derretida antes de entrar a segunda banda.
Sejam bem vindas as botas, os casacos 3/4, os vinhos e vodcas, o sol beliscando a pele ao invés de esfaqueá-la.
Não precisa chover, frio não quer dizer chuva, porém estamos em Santos...
Anyways...
Curti a brisa...



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