Porque essa semana teve aniversário do Fernando Bruto e daqui um pouco é aniversário da Valerinha, eu resgato a comemoração do ano passado.
Porque o Paulinho achou que merecia registro esse momento madame, com Mel no colo e cervejinha na taça. E rir do alheio. E caras e bocas.
E que saudade me bateu hoje dos amigos...
E pensando nessa reclusão, de início forçada e agora proveitosa, pensei também na falta que certos trejeitos e posturas de gente que vive perto fazem. Porque vivem perto e são percebidos na mesma medida em que não são. Mas cada reflexão que me pus, esses amigos estavam em perspectiva. Era uma frase aqui (tá, meu bem?) e um som peculiar de voz conhecida mais ali e a não-presença se tornava uma necessidade pra criar espaço pra presença que virá.
As pessoas são as mesmas, mas o significado na minha vida é outro. E o amor é maior...




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