Quando tudo fica louco, me dá um certo conforto voltar a passados recentes onde as histórias estão frescas e ainda assim é posível ver a passagem do tempo.
Em outubro do ano passado, tive minha primeira crise de labirinto. Foi um momento esquisto, em que me senti uma adulta, com o corpo respondendo ao estresse das decisões que eu deveria tomar profissionalmente. Fui derrubada com um Dramin B6 e acordada às 17 horas pelo telefonema do Gustavo.
Direto da Nova Zelândia para o Simpatia do Embaré e logo com a chegada do Xandre para o Studio Rock. Não sem antes acionar o Straub.
E, com toda certeza, meu bom senso pedia que eu não bebesse. Só que diante de 3 anos sem ver o Gustavo, quase um sem ver o Straub e o Xandre, e dos 3 personagens bebendo cerveja...
Fui obrigada a comemorar. Gustavo, eu e Straub, numa quinta despretensiosa e surpreendente de finaleira...



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