por vezes, experimento uma tristeza poética. hoje, sem saber exatamente o que está acontecendo, tenho uma série de coisas para encaminhar, mas me sinto perdida numa espécie de limbo. não necessariamente escuro, creio que de uma claridade perfurante. mas um limbo. onde toda a onda frenética de emoções dos últimos meses se perdeu e se diluiu até virar só uma marola monótona. bom momento pra voltar a ler e escrever. acordar a mente entorpecida. e tentar juntar o que sobrou pra chegar até a praia e descansar.
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