janeiro ainda trouxe resquícios do rito de passagem.
em janeiro, despedi-me.

despedi-me do doce da vida. daquele que nos é difícil abrir mão.

dos momentos mais clichês que a ternura pode inventar.
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e dos conflitos em silêncio.

dos dias de ser pequeno.

e dos dias de ser grande.

de gostar e se perder.
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de gostar e se achar.
despedi-me.
de todas as bolinhas do mundo.
Um comentário:
O doce acaba, mas não esquecemos o sabor...
hahahuaahuahhuaha!!!
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