Bailarina não tem idade.
Pode ser assim madura ou verdinha.
Pode ter dançado a vida toda ou ter tido coragem de começar só agora.
Quem já fez o coque, calçou a sapatilha, subiu no palco, sabe exatamente onde pulsa aquela sensação de esforço, dor, alívio e vitória que acontece pra bailarina toda vez que se apruma na barra ou que as cortinas se abrem.
Aqui as bailarinas que dançaram comigo esse ano, que bagunçaram a diagonal e que me proporcionaram as risadas que fizeram minha vida mais leve e minha caminhada mais feliz.
Melina, Ana Helena e Cida.
Lua, Bia e Carla.
Julia, Letícia quase despencando do selfie.
E eu, dançando até o fim...



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