Minhas loucuras passadas

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Falo muito, sou pequena. Reclamo horrores e sou briguenta. Pinto o cabelo de tempos em tempos. Me visto de acordo com meu humor, sou gulosa demais. Gosto de ser casal e ser amiga. Adoro escrever de tudo, cartas e histórias. Amo as artes todas, inclusive aquelas que não consigo fazer. Sou a favor das diferenças, sempre. Olhos castanhos, unhas pequenas. Tímida demais pro meu gosto.

domingo, 25 de maio de 2014

Quando eu penso na Bahia...

Quando eu penso na Bahia
Nem sei que me dor que me dá
Ai me dá, me dá me da ioiô
Se eu pudesse qualquer dia
Eu ia de novo pra lá

Eu deixei lá na Bahia
Um amor tão bom, tão bom ioiô
Meu Deus que amor

Que desse amor só quem sabia 
Era a Virgem Maria
Nasceu cresceu e lá ficou

Mas quem sabe se esse amor
Que ficou lá na Bahia, oi
Já se acabou

E se assim for 
Eu sei de alguém 
Que lhe quer muito bem

Sou eu
Eu quem?
O seu ioiô

Caetano

A Bahia é sempre necessária pra mim. Sempre significou um monte de coisa misturada que nunca teve nada a ver com o Trio Elétrico. Eu andava tropeçando, meio confusa, e disse: a Bahia vai me esclarecer. E assim foi.
Março, depois do Carnaval, como presente de aniversário.
Celebrando a volta pra água, pra mim.

 Telhados de Ipitanga.
 Varanda vendo a primeira noite chegar.
 Guarajuba deserta.
 Maré cheia.
   
 Cai o coco.
 Bom de morar é ali naquele cantinho...
 Stella perfeita.
 Stella.
Segunda de sol em Stella.

Depois da Bahia, tudo faz mais sentido, tudo está em seu lugar.
15 anos depois da primeira vez, 3 vidas depois.
Como diz a minha Zilá: o passado sempre volta.

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