Na vida, a gente precisa de grana pra suprir necessidades e satisfazer os desejos. Conseguir grana é alguma coisa bem pessoal, tem várias maneiras de fazer.
Eu fui trabalhar.
Faço o que gosto. De verdade verdadeira.
Tem momentos (como o atual) que fica tudo muito ruim, mas esses momentos não são eternos (nenhum é). Depois de algumas tempestades profissionais, vem a bonança produtiva.
Esperta fui eu que percebi em tempo que essas pessoas que a gente vê todo dia no trampo (pra quem trampa fixo, né?) não são exatamente suas amigas, mas que ali nele grupo existem lindos presentes de sorte.
Esses amigos te conhecem nos piores estresses e explosões. São aqueles que brigam com você quando estão mal e você entende porque o trampo é o lugar que você não pode simplesmente faltar.
No meu caso, são amigos que entendem o que é a dor do paciente e choram junto com você quando não há mais nada a fazer.
São amigos que te socorrem quando você se desespera e não consegue render tudo que precisa - no trampo e na vida.
São amigos com quem um dia você dividiu um pãozinho que sobrou na correria de não almoçar.
São amigos que se separam no trampo porque os tempos acabam.
Mas não se separam na vida.
Valéria, Kelli, Paulo e eu, num dia de Carnaval de 2014.
Amo.


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