No último Torto de 2011, calor insuportável e muita coisa que não era minha.
Pessoas recém chegadas na minha história, um outro território.
As delícias que viriam, como diz Clarice.
Com Claudinha e Berin nas baquetas que nunca mais seriam as mesmas pra mim, e os paradiddles que eu não esqueceria.
E, no dia 31.
E, no dia 01.
Com o coração em paz e cheio de esperança. Não expectativa... Esperança!

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