Nas atribulações do cotidiano, na labuta. A minha Zilá, o Paulinho, não se deixa derrubar. Tem tombo todo dia, mas mesmo quando a gente fica sem impressora... Nós, todos dependentes dos recursos tecnológicos, fechamos a banquinha e vamos pra casa reclamando que a Prefeitura é assim mesmo e que não temos condições de trabalhar.
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A Zilá cata um bloco de memorando...
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Coloca o velho e bom carbono...

E manda ver!!! No memorando manual porque a gente balança mas não tomba. Não cai do salto nunca!
Que eu faria da minha vida sem essas figuras? Paulinho e Zezé no primeiro plano. Eu com a listinha em punho e o Bruno observando a loucura...


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