Julho foi um mês em que aprendi a viver de um jeito bem diferente daquele que eu conhecia. Estava retomando meu trabalho depois de um afastamento seguido de aprendizado profundo sobre mim mesma.
Por uma circunstância de contexto, o Boteco Madalena acabou sendo uma casa interessante no esquisito centro de Santos. O centro era centro com as putas e os bêbados e os cantos escuros. Depois, ele era o lugar revitalizado e cool. E hoje ele é... esquisito. Mas o Madalena me agrada no sanduíche, na vodca, na cerveja, no som. E até na frequência...
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Frio, Absolut, Conrado Pouza, Digo e a New Gafieria e o Pretinho Berin...
E, no ponto de ônibus, porque eu sou uma pessoa sustentável sem carro. E, depois de uma (ou duas...) vodca, eu espero o 04 dormindo no banco da Praça Mauá mesmo.
Num ano em que houve o Santos Jazz Festival e eu pude ver a Izzie Gordon e a Kika Willcox na Rua XV, o Centro tá bão pra mim...

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