Minhas loucuras passadas

Minha foto
Falo muito, sou pequena. Reclamo horrores e sou briguenta. Pinto o cabelo de tempos em tempos. Me visto de acordo com meu humor, sou gulosa demais. Gosto de ser casal e ser amiga. Adoro escrever de tudo, cartas e histórias. Amo as artes todas, inclusive aquelas que não consigo fazer. Sou a favor das diferenças, sempre. Olhos castanhos, unhas pequenas. Tímida demais pro meu gosto.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

partiu!

olha... sair de casa sem os cabinhos dos acessórios tecnológicos da vida moderna é foda. ficou em casa o cabo do celular. e também o da câmera fotográfica. o pen drive? tá em santos!!!!
eu me reneguei tanto dessas coisas que acabei saindo de férias e deixando tudo pra trás. só que, pensando bem, tô com tanto tempo livre... podia ler os artigos da monografia, podia postar fotos antigas e novas no blog. podia... podia... mas não rolou. o único fio disponível pra mim, além carregador do celular, é o fio da chapinha.
sendo assim, não vou postar historinha nenhuma das minhas férias por enquanto. só vou dizer que já estou há 12 dias fora de casa. tinha me programado pra ser menos, mas o blues velvet me chamou e aqui vou eu, daqui a pouco, para as heinekens com vontade.
tô com uma saudade da minha casa, da minha cama. mas estar em certas companhias compensa essa estrada que já passou por ribeirão pires, são josé dos campos, curitiba e agora floripa. eu subi, eu desci, resolvi descer mais. dessa vez, acertei no cronograma e no roteiro. e tô muito satisfeita até com aquilo que não deu certo... quer dizer, deixa eu trocar essa expressão. satisfeita até com aquilo que não preencheu minha expectativa.
certas coisas que azedaram me mostraram que os casamentos terminam toooooodoooooos. impressionante. pra qualquer deles ser eterno é preciso que se ame muito o outro, que se consiga ser generoso sem ser submisso, que se consiga caminhar na história do outro e perceber as transformações que ele te sinaliza que sofreu. e, olha, casei com muita gente importante nos últimos e nos meio últimos tempos... a maioria desses casamentos tem dado sinais de desgaste, de cansaço, de saco cheio mesmo.
eu tenho uma dificuldade dos infernos de me separar das coisas e das pessoas. sou apegada demais. é uma questão de segurança. coisa de quem não tem onde cair morta, se é que vocês me entendem. e, se não, eu explico outra hora... mas o importante dessa história é que, diante da crise, eu resolvi aceitar o rumo que minhas escolhas prévias em misturinha com as escolhas do outro me levou. ao invés de espernear como uma adolescente rebelde como me diz a alê, eu resolvi serenar, entender que pra sempre é fantasia, que a gente é um caldinho de interesse, necessidade e sentimento. e que tem casamentos que não vale à (alô, revisão... tem crase?) pena "salvar". os elementos do casal mudaram e sempre valem a pena, porque gente é gente, né? eu adoro gente! mas a parceria é que já foi... partiu!

Um comentário:

Marcele disse...

mor, tem um casamento que é pra sempre, independente do que aconteça! eu, tu a karla e a deisy...juntas (mesmo longe) na alegria e na tristeza, na saúde e na doença...e sempre com um final feliz!!!!!!!!não tem tristeza que apague a nossa felicidade quando estamos juntas!